Quando o ofendido não pode ser esquecido: Dor, perdão e consolo à luz da cruz
Na cena da crucificação, Jesus foi colocado entre dois malfeitores (Lc 23.32-43). Um deles, tomado pela dureza e pelo ambiente hostil, o insultava. O outro, porém, repreendeu o companheiro e reconheceu tanto a justiça de sua própria condenação quanto a inocência de Jesus: “Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos…
